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origem das Línguas Conforme a revista “Creation Ex-nihilo Technical Journal”, publicada pela “Creation Science Foundation Ltd.”, e com base na correspondência entre os grandes grupos lingüísticos e a descendência de Noé, os lingüistas reconhecem um grupo hamito-semítico no qual as línguas semíticas ter-se-iam originadas na Mesopotâmia, e as hamíticas (ou camíticas) no Oriente Médio e na África, o que é consistente com a migração dos descendentes de Cam para o oeste e o sul, os descendentes de Jafé para o norte e o leste, ficando os descendentes de Sem nas vizinhanças da Mesopotâmia. Sem dúvida, muitas interrogações continuarão sempre a existir, mas aos poucos pode ir sendo construído um quadro da origem das línguas em conexão com o relato bíblico da dispersão dos povos após o dilúvio universal. Conforme o pesquisador Luiz Caldas Tibiriçá, no período glacial, as hordas siberianas, não podendo sobreviver ao norte, desceram ao sul e sudoeste, e além disso, as línguas ameríndias nenhuma relação têm com as siberianas, a não ser os esquimós, que penetraram na América tardiamente pelas Ilhas Aleutas. As raízes mais antigas da língua maia são semíticas; o tupi deriva do sumeriano; as línguas do Altiplano Andino derivam, algumas diretamente do dravídico, outras do grupo drávida-australiano; as da América do Norte, umas derivam do grupo Mundo-polinésico, outras do chinês, do japonês, com vestígios de árabe, celta, germânico, etc. Algumas línguas da América do Sul têm vestígio do copta e do etíope. Quanto ao etrusco e o basco, chamado de línguas isoladas, são casos à parte. Não podem ser classificados porque derivam de inúmeras fontes: européias, mediterrâneas, mesopotâmias e asiáticas. E assim também são muitas línguas ameríndias. Conforme o interessante artigo de Glenn R. Morton intitulado “Dating Adam”, no qual destaca vários aspectos característicos que diferenciam o ser humano dos animais, dentre os quais especificamente a linguagem. O ser humano é a única criatura sobre a terra que possui a linguagem. A linguagem é crucial a tudo que nos torna seres verdadeiramente humanos. A linguagem humana difere de todas as outras formas de comunicação animal por quatro razões: Primeiro, a linguagem humana pode produzir uma quase infinita variedade de pensamentos, contrariamente aos sistemas de comunicação dos animais, que na natureza raramente excedem quarenta diferentes manifestações ou chamados. Quando são feitas tentativas de ensinar uma linguagem a chimpanzés, imediatamente torna-se aparente a sua limitação de vocabulário. Mesmo após seis anos de treinamento, o chimpanzé Kanzi dominava apenas 150 palavras, em contraste com uma criança de seis anos de idade, que já domina cerca de 13.000 palavras, e um estudante egresso do segundo grau que domina 60.000 palavras. Em segundo lugar, a comunicação entre os animais é destituída de gramática e de complexidade, o que se observa até mesmo em símios treinados especificamente para dominar a linguagem. Eles não usam artigos, nem preposições nem categorias gramaticais auxiliares em sua quase-linguagem de comunicação.Observou-se que a extensão média de uma “sentença” pronunciada por um chimpanzé permanece constante mesmo após anos de treinamento. Uma criança rapidamente manifesta sua capacidade de, partindo de sentenças de uma ou duas palavras, atingir expressões complexas com muitas palavras. Em terceiro lugar,destaca-se que a singularidade da linguagem humana baseia-se no seu referencial simbólico; toda a comunicação não humana é não-simbólica. A linguagem humana é um sistema de comunicação baseado em símbolos. A palavra exprime um conceito, e não realmente um objeto. Por exemplo, o conceito expresso na palavra agricultor na linguagem usada nos Estados Unidos é bastante diferente do conceito expresso pela palavra nong ming em Chinês. Embora ambas as palavras se refiram àquele que produz alimentos a partir do cultivo do solo, nos Estados Unidos o agricultor é um homem de negócios independente, enquanto que na China ele contém uma forte idéia política como representante do proletariado. Finalmente, o cérebro dos seres humanos é estruturado de forma diferente do dos animais, em termos de produção da linguagem. Os seres humanos utilizam para a comunicação uma parte do cérebro distinta da que usam os animais. A comunicação animal é controlada pela base do cérebro e pelo sistema límbico, enquanto que a linguagem humana é controlada pelo córtex cerebral esquerdo. ... outra diferença entre as estruturas do cérebro do ser humano e dos animais diz respeito à “área de Broca”. Somente o cérebro humano possui essa área aumentada no lobo temporal esquerdo. De há muito a área de Broca tem sido associada com a fala, pois lesões nessa área produzem uma curiosa incapacidade de comunicação que foi denominada de “afasia de Broca”
No quadro renascentista acima - de Lucas Cranach, o Velho (Adão e Eva, 1531, Staatliche Museen, Berlim) - e em vários outros do mesmo período, a maçã é representada como o fruto proibido e como metáfora da expulsão dos primeiros humanos do Éden. Nesta pintura, Eva está próxima da serpente, o que indica sua ligação com o mal e o papel de principal culpada no pecado original. Ela segura não apenas a maçã que entrega a Adão, mas também outra para si própria. As línguas européias e também indo-européias usam uma palavra com a raiz de ap, ab, af ou av para maçãs ou macieira: aballo (céltica), apple (inglês), apfel (germânico), abhal (gaélico irlandês), afal (galês), iablokaa (russo) e jablko (polonês). Com relação a pomme, o termo francês vem do latim pomum, que se referia originalmente a todas as frutas (http://www.westegg.com/etymology). Em latim as palavras mal e maçã, malum, são escritas da mesma forma, sendo a originárias do grego, mélon. O MITO DE LILITH CONFORME AS DIVERSAS CRENÇAS O primeiro capítulo da Bíblia, conta a história de Adão e Eva ...mas segundo o Zohar (comentário rabínico dos textos sagrados), Eva não é a primeira mulher de Adão. Quando Deus criou o Adão, ele fê-lo macho e fêmea, depois o cortou ao meio, chamou a esta nova metade Lilith e deu-a em casamento a Adão. Mas Lilith recusou, não queria ser oferecida a ele, tornar-se desigual, inferior, e fugiu para ir ter com o Diabo. Deus tomou uma costela de Adão e criou Eva, mulher submissa, dócil, inferior perante o homem. De acordo com Hermínio, "Lilith foi feita por Deus, de barro, à noite, criada tão bonita e interessante que logo arranjou problemas com Adão". Esse ponto teria sido retirado da Bíblia pela Inquisição. O astrólogo assinala que ali começou a eterna divergência entre o masculino e o feminino, pois Lilith não se conformou com a submissão ao homem. O mito de Lilith pertence à grande tradição dos testemunhos orais que estão reunidos nos textos da sabedoria rabínica definida na versão jeovística, que se coloca lado a lado, precedendo-a de alguns séculos, da versão bíblica dos sacerdotes. Sabemos que tais versões do Gênesis - e particularmente o mito do nascimento da mulher - são ricas de contradições e enigmas que se anulam. Nós deduzimos que a lenda de Lilith, primeira companheira de Adão, foi perdida ou removida durante a época de transposição da versão jeovística para aquela sacerdotal, que logo após sofre as modificações dos pais da igreja.
No Talmude, ela é descrita
como a primeira mulher de Adão. Ela brigou com Adão,
reivindicando igualdade em relação a seu marido, deixando-o "fervendo
de cólera". Lilith queria liberdade de agir, de escolher
e decidir, queria os mesmos direitos do homem mas quando constatou
que não poderia obter status igual, se rebelou e, decidida
a não se submeter a Adão e, a odiá-lo como igual,
resolveu abandona-lo. Segundo as versões aramaica e hebraica
do Alfabeto de Ben Sirá (século 6 ou 7). Todas as vezes
que eles faziam sexo, Lilith mostrava-se inconformada em ter de ficar
por baixo de Adão, suportando o peso de seu corpo. E indagava: "Por
que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo?
Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita
de pó e por isso sou tua igual." Mas Adão se recusava
a inverter as posições, consciente de que existia uma "ordem" que
não podia ser transgredida. Lilith deve submeter-se a ele
pois esta é a condição do equilíbrio
preestabelecido. Vendo que o companheiro não atendia seus
apelos, que não lhe daria a condição de igualdade,
Lilith se revolta, pronuncia nervosamente o nome de Deus, faz acusações
a Adão e vai embora; é o momento em que o Sol se despede
e a noite começa a descer o seu manto de escuridão
soturna, tal como na ocasião em que Jeová-Deus fez
vir ao mundo os demônios.
Uma outra versão diz que foram os anjos que mataram os filhos que tivera com Adão. Tão rude golpe transformou-a, e ela tentou matar os filhos de Adão com sua segunda esposa, Eva. Lilith Alegou
ter poderes vampíricos sobre bebês, mas como os anjos
a queriam impedir, fizeram-na prometer que, onde quer que veja seus
nomes, ela não faria nenhum mal aos humanos. Então,
como não podia vencê-los, ela fez um trato com eles:
concordou em ficar afastada de quaisquer bebês protegidos por
um amuleto que tivesse o nome dos três anjos. Não obstante,
esse ódio contra Adão e contra sua nova (e segunda)
mulher, Eva, resultou, para Lilith, no desabafo da sua fúria
sobre os filhos deles e de todas as gerações subseqüentes. Durante os primeiros séculos da era cristã, o mito de Lilith ficou bem estabelecido na comunidade judaica. Lilith aparece no Zohar, o livro do Esplendor, uma obra cabalística do século 13 que constitui o mais influente texto hassídico e no Talmude, o livro dos hebreus. No Zohar, Lilith era descrita como succubus, com emissões noturnas citadas como um sinal visível de sua presença. Os espíritos malignos que empesteavam a humanidade eram, acreditava-se, o produto de tais uniões. No Zohar Hadasch (seção Utro, pág. 20), está escrito que Samael - o tentador - junto com sua mulher Lilith, tramou a sedução do primeiro casal humano. Não foi grande o trabalho que Lilith teve para corromper a virtude de Adão, por ela maculada com seu beijo; o belo arcanjo Samael fez o mesmo para desonrar Eva: E essa foi a causa da mortalidade humana. O Talmude menciona que "Quando a serpente envolveu-se com Eva, atirou-lhe a mácula cuja infecção foi transmitida a todos os seus descendentes... (Shabbath, fol. 146, recto)". Em outras partes, o demônio masculino leva o nome de Leviatã, e o feminino chama-se Heva. Essa Heva, ou Eva, teria representado o papel da esposa de Adão no éden durante muito tempo, antes que o Senhor retirasse do flanco de Adão a verdadeira Eva (primitivamente chamada de Aixha, depois de Hecah ou Chavah). Das relações entre Adão e a Heva-serpente, teriam nascido legiões de larvas, de súcubos e de espíritos semiconscientes (elementares). Os rabinos fazem de Leviatã uma espécie de ser andrógino infernal, cuja encarnação macho (Samael) é a "serpente insinuante" e a encarnação fêmea (Lilith), é a "cobra tortuosa" . Segundo o Sepher Emmeck-Ameleh, esses dois seres serão aniquilados no fim dos tempos: "Nos tempos que virão o Altíssimo (bendito seja!) decapitará o ímpio Samael, pois está escrito (Is. XVII, 1): 'Nesse tempo Jeová com sua espada terrível visitará Leviatã, a serpente insinuante que é Samael e Leviatã, a cobra tortuosa que é Lilith' (fol. 130, col. 1, cap.XI). Também segundo os rabinos, Lilith não é a única esposa de Samael; dão o nome de três outras: Aggarath, Nahemah e Mochlath. Mas das quatro demônias, só Lilith dividirá com o esposo a terrível punição, por tê-lo ajudado a seduzir Adão e Eva. Aggarath e Mochlath tem apenas um papel apagado, ao contrário do que acontece com as outras duas irmãs, Nahemah e Lilith.
MAPA DO EGITO ANTIGO Durante quase 15 séculos, a humanidade olhou fascinada para os hieróglifos egípcios sem lhe entender o sentido. Os sacerdotes egípcios do século IV de nossa era foram os últimos homens a utilizar essa linguagem. Eles, mantendo a linguagem tão fechada, fizeram com que o significado dessas mensagens se perdesse. Os Europeus da época, e posteriormente, pensavam que os hieróglifos eram instrumentos místicos de algum rito demoníaco.
Os hieróglifos podem ter começado em tempos pré-históricos como uma escrita por meio de imagens. Embora os egípcios nunca tivessem formado um alfabeto como o conhecemos, estabeleceram símbolos para todas os sons consonantais da sua língua. O sistema mostrou-se notavelmente eficiente. Combinando-se fonogramas, formavam-se versões esquematizadas de palavras. Nem todos os hieróglifos abandonavam a sua função de imagens de palavras para se tornarem símbolos fonéticos. Pelo menos 100 hieróglifos eram usados para representar a palavra que retratavam, sendo usados também como determinativos do significado das palavras.
Durante 3000 anos constituíram a linguagem monumental do Egito. A última inscrição conhecida é do ano de 394 d.C., quando o Egito era uma província romana. Já então, tantos hieróglifos tinham sido propositadamente obscurecidos pelos escribas sacerdotais, fazendo com que os sinais fossem incompreensíveis para a maioria dos egípcios. Em 1822, um lingüista francês provou que os desenhos podiam formar palavras não relacionadas com a imagem. Só então os homens do Ocidente começaram a compreender que tinham diante de si toda uma linguagem que representava a chave para o que até então tinha sido um povo misterioso. Bem no início da história do Egito, há mais de 6.000 anos, os Egípcios usavam simples figuras chamadas hieróglifos para a sua escrita. Isto significa que tudo e cada idéia tinham de ter sua própria figura representativa. Gradualmente, essas figuras foram tornando-se mais simples, e algumas vezes usava-se apenas parte de uma palavra. Mais tarde, algumas figuras foram aproveitadas como letras, pela primeira vez na História. Essas letras, contudo, eram ainda misturadas com figuras de sílabas e de palavras. É possível que os Fenícios, que foram os primeiros a usar somente letras para escrever, tenham se inspirado nos Egípcios. O alfabeto egípcio é na verdade o ancestral do nosso. Mesmo a palavra "alfabeto" vem daí. As primeiras duas letras do alfabeto deles são: "aleph" e "beth", nomes de "boi" e "casa", respectivamente. Os Gregos copiaram suas letras dos fenícios e tentaram copiar seus nomes, mas "aleph" tornou-se ALFA e "beth" tornou-se BETA. Se você puser as duas palavras juntas, dará (adaptado ao Português) "ALFABETO". Depois de algum tempo, os Gregos fizeram suas letras tomar formato contrário. Deles os romanos copiaram a maior parte do seu alfabeto. Depois que dominaram a região chamada "Ibéria", tornou-se comum o uso do alfabeto Latino. Quando os visigodos a invadiram, por sua vez, introduziram novas letras, com as quais foram grafados trechos da Bíblia.
A partir do Século XV começaram a vigorar os "CARACTERES ITÁLICOS", o chamado "ALFABETO REDONDO", adotado definitivamente no Século XVII em diante. E, finalmente, com relação a Língua, sabe-se que o "Latim" foi e é a 'Língua Mãe' de todas as línguas atuais, até mesmo daqueles que possuem grafias diferentes a do Português, pois foi com base nela em que estudiosos criaram outros alfabetos próprios, como por exemplo o Alfabeto Cirílico, usado atualmente na Rússia; criado por dois estudiosos russos, os irmãos São Cirilo e São Metódio (dois missionários que trabalhavam para a conversão da Rússia Antiga ao Cristianismo, e pesquisadores de várias outras línguas, como o Grego). Aqui estão
as 26 letras do chamado "alfabeto" egípcio, disposto
na ordem convencionada pelos lingüistas.
Como se pode verificar, algumas letras da transliteração são escritas com letras do nosso alfabeto latino para maior comodidade. Relembrando, elas são as seguintes:
Noutros
casos, existe mais do que um hieróglifo para representar o
mesmo valor sonoro, como nas letras m, w e s. Significado das colunas na tabela:
Fenícia, antigo nome de uma estreita faixa de terra na costa leste do mar Mediterrâneo que atualmente constitue parte do Líbano. O território tem aproximadamente 320 km de comprimento e entre 8 e 25 km de largura. Os fenícios, chamados sidônios no Antigo Testamento e fenícios pelo poeta Homero, eram um povo de língua semítica, ligado aos cananeus da antiga Palestina. Fundaram as primeiras povoações na costa mediterrânea por volta de 2500 a.C. No começo de sua história desenvolveram-se sob a influência das culturas suméria e acádia da vizinha Babilônia. Por volta de 1800 a.C., o Egito, que começava a formar um império no Oriente Médio, invadiu e controlou a Fenícia, controlando-a até cerca de 1400 a.C. Por volta de 1100 a.C. os fenícios tornaram-se independentes do Egito e converteram-se nos melhores comerciantes e marinheiros do mundo clássico. A contribuição fenícia mais importante para a civilização foi o alfabeto. A primeira referência escrita ao alfabeto Fenício e sua migração para a Grécia aparece no quinto livro de Histórias, escrito por Herodotus. Ele era Grego, viveu no quinto século antes de Cristo, e foi o primeiro historiador do mundo. Em 1929, 2400 anos depois que o quinto livro de Histórias foi escrito, as deduções de Herodotus foram confirmadas por Claude Schaeffer, o destacado arqueologista francês. Enquanto escavava sobre as colinas de Rãs Shamra, na antiga cidade de Ugarit, Schaeffer achou várias tábuas escritas com língua cuneiforme desconhecida. Durante os anos seguintes, centenas de tabuletas cuneiformes Fenícias foram descobertas em Ugarit e em outros sítios arqueológicos ao redor do Mediterrâneo. Essa descoberta foi muito significante para a civilização do Oriente médio, porque um Ugarit os arqueologistas estavam levantando o véu da história. As Tabuas de Ugarit foram intensamente pesquisadas e estudadas por um grande número de escolares clássicos de história antiga, incluindo professores Charles Virolleaud, Hans Bauer, Dhorme, Dussaud, e Nougayrol. Através da pesquisa árdua desses homens, em 1948, todos os vinte e oito caracteres do alfabeto cuneiforme Fenício foram corretamente identificados. Das 28 letras, 26 eram consoantes. Essas Tábuas de Ugarit continham o primeiro alfabeto da história humana.
ESTILO DE ESCRITURAS DE TRÊS SISTEMAS CUNEIFORMES
Atribui-se também a esta cultura a invenção da tinta de púrpura e do vidro. As cidades fenícias foram famosas por sua religião panteísta e seus templos eram o centro da vida cívica. A divindade fenícia mais importante era Astarté. Esta figura de bronze da deusa Astarté, do século VII a.C., que está exposta no Museu Arqueológico de Sevilha, foi encontrada no morro de Carambolo, nas imediações da referida cidade, e pertence ao período orientalizante da cultura tartésica. Sobre sua superfície estão gravados os mais antigos textos que se conhecem em fenício.
DICIONÁRIO TRILÍNGUE: ACÁDIO, UGARÍTICO E HURRITA
EVOLUÇÃO DOS DIFERENTES ALFABETOS Este quadro apresenta a evolução dos diferentes alfabetos, comparando e mostrando os signos distintos empregados para cada letra dos alfabetos semítico, semítico setentrional, hebraico, grego, cirílico e romano.
A utilização da matemática em outras disciplinas tem aumentado dramaticamente, devido ao seu poder para representar e comunicar idéias de forma concisa. O aumento da utilização da tecnologia pela sociedade requer que os alunos aprendam simultaneamente a comunicar com os computadores e a fazer uso do seu próprio poder individual como meio de comunicação. A capacidade de ler, escrever, ouvir, pensar criativamente e se comunicar acerca dos problemas, desenvolverão e aprofundarão a compreensão dos alunos acerca da matemática. Os alunos deste nível de ensino deverão ter a oportunidade de utilizar a linguagem para comunicar as suas idéias matemáticas. O processo de comunicação exige que os alunos se ponham de acordo em relação ao significado das palavras e que reconheçam a importância crucial de definições aceita por todos. As oportunidades para explicar, fazer conjecturas, e defender as suas próprias idéias, oralmente e por escrito, podem estimular uma compreensão mais profunda de conceitos e princípios. É essencial que os conceitos matemáticos sejam ligados de uma maneira firme aos símbolos que os representam: a necessidade de representação simbólica deriva da exploração desses conceitos. No processo de discussão de conceitos e símbolos matemáticos, os alunos apercebem-se das ligações entre eles. A menos que os alunos discutam freqüentemente e de forma explícita as relações entre símbolos e conceitos, eles serão levados a imaginar os símbolos como coisas para memorizar. À medida que os alunos progridem do 5º para o 8º ano, aumenta a sua capacidade de raciocinar sobre idéias abstratas. Paralelamente com este aumento de capacidade de abstrair elementos comuns de situações distintas, de fazer conjecturas e de generalizar — em resumo, de fazer matemática — deverá desenvolver-se igualmente uma maior capacidade de comunicar matemática. Mas este desenvolvimento não ocorrerá sem a aquisição deliberada e cuidadosa da linguagem da matemática. A modelação da situação com materiais concretos, tais como palhinhas e feijões, ajuda a construir uma noção de variável e pode levar à notação algébrica. O problema das moedas falsas Suponha-se que temos 10 pilhas de moedas. Uma das pilhas é inteiramente formada de moedas falsas, mas não sabemos qual é essa pilha. Sabemos apenas que as moedas falsas pesam um gramo a menos que as genuínas. Qual o menor número de pesagens necessárias para determinar a pilha de moedas falsas? Resolução: Pode ser descoberta por uma única pesada. Se tomarmos uma moeda da primeira pilha, duas da segunda, três da terceira, e assim por diante, teremos 54 moedas cujo peso total conhecemos. O número de gramas a menos identificará a pilha falsa. Se, por exemplo, a falta de peso for de sete gramas, a pilha falsa deverá ser a sétima, da qual tomamos sete moedas (cada uma das quais pesa um gramo a menos do que uma moeda legítima). O problema dos 21 vasos Como pagamento de um pequeno lote de carneiros, 3 muçulmanos receberam uma partida de vinho, composta de 21 vasos iguais, sendo 7cheios, 7 meio-cheios e 7 vazios. Querem, agora, dividir os 21 vasos de modo que cada um deles receba a mesma quantidade de vinho. Solução: Chamemos 2 a porção de vinho de um vaso cheio e 1 a porção de vinho do vaso meio-cheio.
Poesia Matemática Às folhas
tantas Como aliás,
em qualquer Millôr Fernandes Aula de Matemática Pra que dividir
sem raciocinar Por uma fração
infinitesimal, Quando dois meios
se encontram desaparece a fração Prá finalizar,
vamos recordar António
Carlos Jobim / Marini Pinto
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